MÁRCIA BEATRIZ GRANERO

Titulo da obra privada – 1 min



Texto mesma forma sentimos as incursões de Jaque Jolene pela cidade: suas andanças, suas angústias encarnadas em performances são intervalos, são a obra de Márcia Beatriz. Esta possibilidade heteronímica que se anuncia é a própria diferença, é ela a obra, a máquina de significar criada pela artista…Afinal, o que significa embaralhar a autoria na cena contemporânea? Chegará o momento que em uma consulta ao Google não haverá mais Márcia Beatriz Granero que apresente Jaque Jolene? Haverá somente Jaque Jolene em cena?